segunda-feira, 9 de março de 2009
ORGULHO NACIONAL II
Mais uma vez, o exemplo de dedicação da Professora Terezinha Rego. A nossa admiração.
FITOTERAPEUTA
Doutora em Botânica e professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Terezinha Rego tem seus estudos reconhecidos tanto no Brasil, quanto no exterior.
Ela já foi homenageada em inúmeras ocasiões, recebeu homenagem da Câmara de Indústria e Comércio Brasil-China, em virtude de sua colaboração ao enviar três medicamentos elaborados à base de ervas para o combate à pneumonia asiática na china: o xarope de urucum, a tintura de assa-peixe e a essência de cabacinha.
AÇÃO
A ação da fitoterapeuta na coordenação do Herbário Atico Seabra, na UFMA, é exemplo do trabalho científico e humanístico junto à comunidade ludovicense.
Neste local, a doutora Terezinha Rego cultiva uma ampla variedade de espécies da nossa flora que resultam, através de sua manipulação, em 59 diferentes tipos de medicamentos fitoterápicos.
Estes medicamentos são distribuídos gratuitamente à população carente e, vendidos a preços modestos, àqueles que podem pagar. Municípios como Lago do Junco, Itapecuru-Mirim e Alcântara, também são atendidos pelo trabalho desta nobre maranhense.
Um dos mais recentes trabalhos da professora merece atenção especial, por se tratar de um programa de atendimento aos soropositivos. 26 pacientes estão sendo tratados com fitoterápicos, que ajudam no combate de doenças oportunistas, muito comum nestes pacientes.
Além de todo este vasto e valoroso trabalho, a doutora Terezinha Rego ainda encontrou tempo para publicar dois livros (50 Chás Medicinais da Flora do Maranhão e Fitogeografia das Plantas Medicinais do Maranhão) e vários artigos sobre Fitoterapia e flora maranhense.
Fonte: QuintaldaPaula.blogspot.com
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Mercado de Luxo
“O ano de 2009 é muito especial para a companhia”, afirma Alexander Bennouna, presidente mundial da Victorinox, também responsável pela produção de relógios.
A história da Victorinox começa em 1884, quando Karl Elsener abre seu negócio em cutelaria na cidade de Ibach-Schwyz.
Com a morte da mãe, Karl Elsener decide dar o nome dela à companhia, que passa a ser conhecida como Victória.
Em 1921, com a invenção do aço inoxidável, o nome muda para Victorinox.
Em 1989 são lançados nos Estados Unidos os relógios Swiss Army.
Em 1992 tem início a expansão internacional da companhia e novos produtos são adicionados ao portfólio da empresa como uma linha de malas.
Em 2000 é criada a fundação Victorinox, que passa a ser gestora dos negócios.
Em 2001 a companhia ingressou no mercado de relógios ao adquirir a Swiss Army, criando a marca Victorinox Swiss Army.
Como resultado da estratégia de marca, a Victorinox reuniu cinco categorias de produtos em uma loja própria, concentrando 90% do mercado nos Estados Unidos.
Expansão
Hoje cerca de 60% dos negócios estão na Europa, Oriente, América do Sul e 40% ficaram nos Estados Unidos. ”A estratégia da companhia é oferecer ao consumidor o que Bennouna chama de luxo prático, que tenha valor agregado e de fato seja relevante para o cliente”, diz o executivo.
Os relógios são responsáveis por cerca de 25% do faturamento da Victorinox.
Dentro dos projetos para este ano está a abertura de unidades próprias em Tóquio, NovaYork e Londres. Segundo Bennouna “O foco de crescimento da empresa é a Ásia”.
A Victorinox é uma fundação, assim como a Rolex, sendo que 90% das ações pertencem à fundação e os 10% restantes à família de Karl Elsener, fundadora da companhia. “Por ser uma fundação, a companhia não pode ser vendida, daí a importância que damos ao desenvolvimento do mercado”, afirma Bennouna.
Fonte: Gazeta Mercantil
domingo, 7 de dezembro de 2008
Modernizando e Expandindo
O Sr. Djalma Cintra abriu a sua primeira mercearia em Caruaru (PE) em 1958. Hoje os supermercados Bonanza estão classificados como uma das 48 maiores redes de supermercados do Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de supermercados (Abras) de 2008.
A primeira loja foi inaugurada em 1976, no lugar da antiga padaria Rainha do Agreste, sucessora da mercearia. Hoje o Sr. Djalma atua ao lado de seus três filhos, Rita Cintra – Diretora de Marketing, Djalma Cintra Jr. – Diretor Administrativo e Douglas Cintra – Diretor da Multi Distribuidora.
O Grupo abriu espaço no varejo com a criação de 1.100 empregos, no atacado são outros 600 distribuídos nas duas unidades, em Caruaru e Campina Grande.
Há dois anos a Multi Distribuidora é sócia da Alliance Selections, que terceiriza a produção e a embalagem de enlatados, molhos, grãos e produtos de higiene e limpeza. Esta marca foi criada para oferecer produtos a atacadistas e distribuidores de todo o país como uma opção de boa qualidade.
No início começou pequeno, focalizando o comércio local, hoje cresce para expansão e a modernização. “Não podemos fazer menos no negócio, nem com as pessoas. Estamos sempre capacitando não só a diretoria ou gerentes, mas todo nosso pessoal porque concorremos com players mundiais”. “Concorrentes fortes estimulam não só ao mercado, mas também a nós”. Afirma o empresário Djalma Cintra.
Fonte: Gazeta Mercantil
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Melitta
A Melitta é uma empresa de gestão familiar, passou de geração para geração e assim deve continuar segundo Thomas Bentz, presidente global da Melitta, a maior companhia produtora de filtros de papel e uma das maiores torrefadoras do mundo.
A companhia está a 40 anos no Brasil. Do Brasil a Melitta exporta seus produtos para os países da América do Sul, e também começou a exportar café verde para a Alemanha e também para outros destinos.
Segundo Bernardo Wolfson, CEO da Melitta no Brasil, boa parte dos investimentos feitos pela Melitta foi no aumento da capacidade de produção das duas torrefadoras do grupo no país – Avaré(SP) e em Bom Jesus(RS) – e na fábrica de filtros de papel em Guaíba(RS), e desenvolvimento de novos produtos.
Fonte: Valor
terça-feira, 11 de março de 2008
Thomas Coville
O Velejador Thomas Coville percorreu a maior distância em um período de 24 horas.
Ele viajou 1.115 quilômetros entre os dias 5 e 6 de janeiro que superou a marca anterior, pertencente ao seu compatriota Francis Joyon, que havia percorrido 1.109 quilômetros em 24 hs entre os dias 10 e 11 de dezembro de 2007.
Cinco minutos após Coville bater o recorde histórico ele detectou que havia algo estranho com o barco, que perdia velocidade e percebeu que a caixa de impactos havia sido arrancada, provavelmente devido a algum choque não percebido.Este dispositivo de segurança impede a explosão da embarcação em caso de colisões. Foi um dano que obrigou Coville a encerrar a expedição. “Em uma questão de segundos, você percebe o que está acontecendo sem nem saber como”, comentou o recordista.
Analisando toda a aventura, Coville pensou: o que fiz e o que deixei de fazer pelo acontecido, estava a vinte dias navegando e praticamente três dias sem dormir, após repousar, pensou: “não teria sido apenas um pesadelo”.
O francês pretendia dar a volta ao mundo, feito atingido sem paradas imprevistas por apenas dois velejadores: a britânica Ellen Macarthur e Francis Joyon, que também está no mar tentando realizar a proeza novamente.
Joyon lamentou o ocorrido “Esse tipo de coisa é algo que assombra a todos nós, velejadores. Imagino que ele esteja frustado, e eu, particularmente, fico triste por ter perdido um adversário e a motivação esportiva que um rival representa”, Afirmou.
A primeira tentativa de volta ao mundo ocorreu em 1988 e, de lá pra cá, mais de 20 foram realizadas.
Em entrevista ao site da Sodeb’O (fabricante do barco utilizado pelo francês), o velejador deu a entender que planeja outra expedição ainda em 2008. “A tarefa não será necessariamente mais difícil para nós. Vamos esperar uma melhor janela no atlântico e no grande sul. Uma experiência como essa que aconteceu nos leva ao crescimento e saberemos capitalizar e desenvolver ainda mais armas em 2008”, avalia.
Fonte: Gazeta Mercantil
quarta-feira, 5 de março de 2008
Mentes Privilegiadas
Um grupo de professores da Universidade Federal de Minas Gerais, criaram no início da década uma empresa de busca pela internet, semelhante a multinacional Google, também constituída na mesma época.
Um dos líderes da equipe, é o professor Berthier Ribeiro Neto, com reputação internacional é autor de “Modern Information Retrieval”, um dos livros de informática mais vendidos no mundo.
Berthier e seus colegas não tinham dinheiro para viabilizar a magnífica idéia que brotou de suas mentes privilegiadas. Então recorreram ao empresário Guilherme Emerick, de grande visão para a tecnologia, que adquiriu o controle acionário de uma pequena empresa de informática chamada Akwan por menos de US$ 300 mil dólares, e a revendeu alguns meses depois por um valor estimado em US$ 40 milhões.
Com a receita da venda da empresa os professores investem na inovação, hoje tocam a Google em Belo Horizonte que se tornou um centro de desenvolvimento mundial da empresa.
Emerick preferiu apoiar grandes idéias que necessitam de capital. Uma delas, é a International Syst,empresa de tecnologia de informação genuinamente mineira (apesar do nome), que acaba de vencer a licitação do Ministério da Educação para fornecer o sistema operacional de 150 mil notebooks que serão utilizados em 300 escolas brasileiras neste ano.
Essa empresa, também nasceu na academia, fornece, desde 2004, os sistemas operacionais de todos os computadores e servidores instalados nas quatro mil escolas de ensino fundamental do estado de Minas Gerais.
Fonte: Gazeta Mercantil