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segunda-feira, 6 de abril de 2009

O Sabor perfeito

Há um ano a marca do chocolate Valrhona apreciado nos quatro cantos do planeta chegou ao Brasil e finalmente começa a ser utilizado por chocolaterias brasileiras de nicho, apresentada por Christophe Henry, diretor internacional da marca francesa.
Em um seleto grupo para degustação foram observados alguns itens importantes como: que um bom chocolate deve antes de tudo, apresentar um belo brilho, já que começamos a degustá-lo com o olhar. Ao aproximá-lo do nariz, deve trazer cheiro de fruta. Em seguida, deve fazer um sonoro “croque” quando quebrado; grudar no céu da boca e derreter de forma uniforme.
“O sabor de um bom chocolate permanece na boca até dez minutos depois de degustado”, destacou Henry.
Uma boa dica é de Vanessa Fiúza, do Chef Rouge, é de que um bom vinho Sauternes não muito licoroso, não muito envelhecido, sem ser muito frutado, pode ser um bom acompanhamento para um bom chocolate.
Christophe Henry, da Valrhona avisa, porém que não se deve degustar chocolate com água, “isso não só encobre, mas também exclui o sabor de um chocolate”.
Marcas de chocolates sugeridas na reportagem:
Saint Phylippe, Chocolat du Jour, Lindt, La vie en Douce, Sweet Brazil e Village.

Fonte: Gazeta Mercantil

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Software na Saude

A empresa portuguesa Alert, que desenvolve software para o setor de saúde escolheu o Brasil como um dos mercados estratégicos para o desenvolvimento de seus negócios.
Fundada em 1999, conta hoje com 536 funcionários e subsidiárias na Espanha, Estados Unidos, Holanda, Cingapura e Brasil (Minas Gerais).
Em dezembro do ano passado, abriu uma subsidiária no Brasil e tem expectativa de que em 2009, a operação do País esteja entre as maiores da empresa no mundo.
“O Brasil e a Holanda são as filiais em que mais estamos apostando”. Afirma o diretor mundial da empresa, Jorge Guimarães.
O primeiro contrato no Brasil foi com o governo do Estado de Minas Gerais.
O software de gestão clínica de saúde começou a ser desenvolvido em fevereiro de 2001, por uma equipe multidisciplinar formado por diretores clínicos, médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório, funcionários administrativos, engenheiros de informática e designers de comunicação.
O Alert permite controlar o acesso à informação clínica por meio de identificação biométrica dos usuários (impressão digital) e identificar pacientes por meio de fotografia digital e códigos de barra em pulseiras.
O produto já foi traduzido para nove línguas e permite a introdução em tempo real, de toda a informação clínica do paciente, em telas sensíveis ao tato (touch-screen).
Urgência e emergência é o foco da empresa para chegar o cliente do setor público no Brasil. Mas atender o setor privado também está nos planos da Alert no Brasil.
A promessa é dar agilidade, facilidade e segurança no atendimento aos pacientes, completa o presidente da empresa no Brasil, Luiz Marcos Brescia.

Fonte: Gazeta Mercantil

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Festejos Juninos

Origem da Festa Junina

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, as simpatias são comuns para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Fonte: Sua pesquisa.com

domingo, 4 de maio de 2008

Um peixe de sucesso

Bijupirá

O bijupirá é apontado como o salmão brasileiro em uma alusão ao sucesso da produção dessa espécie no chile.
Mas segundo especialistas, por ser de carne branca, têm valor de mercado até três vezes maior que o salmão na Europa e nos Estados Unidos.
Foi inaugurado em 15 de fevereiro deste ano, o Laboratório Nacional de Aqüicultura Marinha (Lanam), em Ilha Comprida, no litoral paulista, pelo ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (Seap/PR), Altemir Gregolin, marca o início do desenvolvimento da cadeia produtiva do Bijupirá (Rachycentron canadum), espécie nativa conhecida internacionalmente como Cobia, que promete revolucionar o cultivo de pescados no Brasil.
No final de 2007, foram investidos R$ 3 milhões para a produção de alevinos, um laboratório que vem na seqüência da regulamentação da cessão de áreas da União para a aqüicultura marinha, e o lançamento de um edital para o cultivo da espécie no mar, em janeiro passado para Pernambuco.
“A cadeia do bijupirá é a nossa aposta na aqüicultura marinha e será a mais importante do País. A cessão de áreas, o laboratório e uma política de crédito vão impulsionar a produção e podemos nos tornar grandes produtores mundiais”, afirma Gregolin.
Para Altemir Gregolin, a produção nacional de 1 milhão de toneladas de pescado, em 2005, pode chegar a 20 milhões nas próximas três décadas.
A aqüicultura, de acordo com o Ibama, em 2006, atingiu 271,6 mil toneladas e um aumento de 5,4% no Brasil, depois das quedas de 3%, em 2004, e de 5,4%, em 2005.
Mercado não falta, considerando a redução do consumo de carnes vermelhas e o aumento das brancas, e as perspectivas da FAO de que o atual consumo per capita de pescados pode passar de 16 Kg/ano para 22,5 Kg em 2030, o Brasil tem um mar de oportunidades.

Fonte: Gazeta mercantil


quinta-feira, 3 de abril de 2008

Homenagem

História do Dia das Mães

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal.Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.
Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em
homenagem a Maria, Mãe de Cristo.
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.
A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.
Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.

Fonte: Internet
Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) – Portugal



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

História do Chocolate

Não se sabe com certeza quando se começou a consumir chocolate. Fontes arqueológicas apontam para entre 1.000 e 500 a.C. É certo, entretanto, que o primeiro povo a produzir a iguaria habitava a América Central, mais precisamente a região onde hoje está o México.
Em sua origem, o chocolate era servido na forma de uma bebida amarga, preparada a partir das sementes de cacau e muito temperada. Era uma prática dos Maias elaborar a bebida esmagando as sementes e depois juntando pimenta. O cacau era utilizado pelos povos da América Central como moeda de troca, remédio e oferenda para os deuses.
Cristóvão Colombo levou o cacau para a Europa, por volta de 1502. Hemando Cortez teria sido o responsável pela difusão na Europa.
Após descobrir o chocolate no México, Cortez teria levado para a Espanha sementes de cacau e as ferramentas para o preparo da bebida. Os espanhóis passaram a acrescentar açúcar à bebida, tornando-a mais agradável para o europeu. Passou a ser servida quente e, posteriormente, em tabletes, que poderiam ser transportados e derretidos. Por volta de 1750, o chocolate retornou à América. Com a Revolução Industrial inglesa, o cacau começou a ser produzido em escala, mas foram os holandeses que revolucionaram o processo de produção, conseguindo separar a manteiga da massa de cacau.
A partir daí, surgiram as barras de chocolates mais ou menos como são conhecidas atualmente.

Reconhecer o Chocolate

Aparência: não deve apresentar rachaduras, bolhas de ar, ou manchas esbranquiçadas (causadas frequentemente por variações na temperatura de armazenagem –fat bloom-, ou pela umidade do ambiente –sugar bloom). A cor preta muito escura não é necessariamente sinal de qualidade. Exceto para os chocolates amargos, que não contêm leite e açúcar, o preto intenso pode significar que as sementes foram demasiadamente torradas.

Aroma: o chocolate deve cheirar bem desde o momento em que se abre a embalagem. Deve ter uma fragrância doce, mas não muito forte. Pode-se sentir o cheiro de baunilha, cerejas, caramelo ou amêndoas torradas. É um mau sinal não ter nenhum aroma, assim como sentir fragrâncias químicas.

Textura: o chocolate deve ser sedoso. Deve derreter ao entrar em contato com o calor dos dedos, ou ser colocado na boca.

Som: pegando um pedaço de chocolate e quebrando-o com as mãos, deve-se se ouvir um único ruído.

Na boca: o chocolate deve começar a derreter no momento em que é colocado na boca. O sabor deve aparecer logo. Deve-se sentir o chocolate derretendo delicadamente, tornando-se cremoso e, em seguida, quase líquido. Não deve ficar granulado ou “puxa-puxa”.

Após provar: o sabor deve permanecer por alguns minutos na boca (o sabor de alguns excelentes chocolates chegam a permanecer por 45 minutos!). Não pode ser extremamente doce.


Consumo

Na última década o consumo de chocolates no Brasil aumentou significativamente. Os dados não são precisos, há quem afirme que chegue a 2 kg por pessoa por ano. Os números do IBGE, entretanto, são mais modestos. De acordo com a Pesquisa de Aquisição Domiciliar de Alimentos em 2005, o índice de consumo per capita de chocolates, incluindo tabletes e bombons, é de cerca de 200 g por ano. O Estado que mais consome é São Paulo, com cerca de 600 g per capita anuais.
Na Alemanha e EUA, chega-se à média de 6 kg anuais por pessoa. Franceses consomem algo em torno de 3 kg por ano e os japoneses, mais comedidos, em torno de 2 kg.

Fonte: Vinho Magazine nº. 59

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

50 Anos da Kombi

Com uma história de sucesso a Kombi completou 50 anos em 2007, foi exportada nestas cinco décadas para mais de 100 países.
A Kombi preservou os atributos de primeiro mono-volume do Brasil, atendendo frotistas de médio e grande porte, pequenos empresários e compradores particulares, órgãos governamentais, correios, transporte escolar, lotação entre outros.
De acordo com a Volkswagen, a Kombi vende em média duas mil unidades por mês. O Marketing da montadora tem pouco trabalho com ela. Raramente, a Kombi está no estande das 550 concessionárias da marca. A montadora não precisa gastar em mudanças visuais a cada três anos (prazo médio para reestilização) e tampouco com campanhas de mídia.
Qual o segredo da Kombi, um carro projetado pelo holandês Bem Pon da década de 40 do século passado? “É o melhor custo benefício da categoria”, afirma o gerente-executivo de Marketing da Volkswagen, Marcelo Olival.
O veículo é o único da categoria que transporta o quanto pesa: uma tonelada, e o mais importante é que satisfaz as necessidades dos consumidores.
Olival destaca ainda, como atributos, a durabilidade, facilidade de manutenção e economia de consumo e o preço na hora da compra. “Ao comprar a Kombi, este consumidor não deseja apenas um veículo, e sim iniciar ou ampliar seu negócio”.
Segundo a Volkswagen, a Kombi mantém a liderança, com 53% das vendas na categoria e responde por 7,2% do segmento de veículos comerciais leves.
Desde o dia 2 de setembro de 1957, saíram da linha de produção na fábrica da Anchieta em São Bernardo do Campo (ABC) 1.427.993 unidades. O mercado interno absorveu 1.290.726 unidades até julho de 2007. Neste período, foram exportadas 182 mil unidades. Os principais mercados foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai.
A Kombi foi lançada em meio às obras da fábrica, que seria inaugurada só dois anos depois, com índice de nacionalização de 50%, e tinha motor de 1.200 cc.
Quatro anos após o seu lançamento, chegou ao mercado o modelo seis portas, nas versões luxo e estândar, com índice de nacionalização de 95%.
A versão picape surge em 1967, já com motor de 1.500 cc. O motor diesel 1.6, a água, surgiu em 1981. No ano seguinte surge o modelo a álcool. As versões a diesel e cabinas duplas deixam de ser produzidas em 1985. No final de 2005, a Kombi passou a ser equipada com motor 1.4 flex.
Atualmente, a Kombi é produzida em um turno na fábrica da Anchieta. São 320 empregados na linha. A Volkswagen produz 90 unidades diariamente.
Para Olival, sempre haverá interessados no custo-benefício da Kombi.

Fonte: Gazeta Mercantil



quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Cartões de Natal dos Pintores sem Mãos

A Associação dos Pintores com Boca e os Pés, fundada em 1956 por Erich Stegmann, tem proporcionado, por mais de 50 anos, uma vida independente para artistas que não tem o uso de suas mãos.
O principal objetivo é que todos os membros dessa sociedade internacional são beneficiados em poder ganhar seu próprio sustento, independente de caridade, através da renda derivada da venda de seus trabalhos como: Cartões, Calendários e outros.
A associação conta com mais de 770 artistas em mais de 70 países, e não faz distinção entre nacionalidade, raça e crença. Atualmente, há 30 pintores no Brasil.

Veja mais no site, os lindos "Cartões de Natal"
www.apbp.com.br

Cinema para quem não ouve

A Associação de Reabilitação e Pesquisa Fonoaudióloga (Arpef) comemora 20 anos de trabalho em prol da reabilitação dos surdos com a segunda edição de seu projeto "Cinema Nacional Legendado - "Versão Videoteca", patrocinado pela Petrobrás. Estão sendo distribuidos desde 26.11.2007 para associações de surdos em todo Brasil mais cem kits, com 60 novos títulos de filmes nacionais com legenda oculta (Closed Caption). Sucessos como: O ano em que meus pais saíram de férias, Casa de Areia, A dona da história, A grande família - O filme, A máquina, Castelo Rá-tim-bum, Dois filhos de Francisco, O caminho das nuvens e O céu de Suely, entre outros.
O projeto vai beneficiar estados como Santa Catarina, Paraná Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Espírito Santo. Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Em 2006, o projeto Videoteca revelou-se um sucesso na comunidade surda brasileira.
O projeto foi idealizado pela fonoaudióloga Helena Dale, criadora da Arpef, em parceria com o Centro de Produção de Legendas (CPL).
Pioneira no país, há três anos a mostra CNL incentiva o acesso à informação e ao lazer por meio de sessões gratuitas de filmes brasileiros com legenda oculta.
O projeto permite ao surdo acompanhar não só os diálogos das personagens, como o clima da cena, indicações de sons e música, aproximando-o de uma real experiência cinematográfica.
O Painel Legenda Oculta no Brasil é promovido há sete anos pela Arpef e há quatro conta com o apoio do CCBB-RJ, onde discute a acessibilidade para os surdos.
Entre os temas já abordados estão educação e cultura, lei da acessibilidade e comerciais para deficientes auditivos.
O próximo evento será realizado no dia 13 de dezembro, às 18h30, no CCBB-RJ, e abordará o tema "Avaliando as Conquistas", contando com a presença de surdos na mesa de discussão. É possível oferecer às crianças e aos jovens surdos brasileiros uma vida com chances reais de inserção na sociedade.

Fonte: Gazeta Mercantil - Agência JB - Rio

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Lenovo

O grupo Lenovo, terceiro maior fabricante mundial de computadores, mostrou nesta terça-feira os seus primeiros produtos da marca Think desde que comprou da unidade de PCs da IBM, em 2005. A principal fabricante de computadores chinesa anunciou dois produtos, o ThinkStation S10 e o ThinkStation D10, ambos voltados a profissionais em indústrias como a petrolífera e de exploração de gás, design e a criação de conteúdo digital.
A IBM costumava comercializar laptops ThinkPad antes de vender a sua divisão de PCs para a Lenovo, em um momento no qual enfrentava pesada competição.
"Isso é a Lenovo saindo do guarda-chuva da IBM e tentando estabelecer uma identidade própria", disse Rob Enderle, analista do Enderle Group.
Mas Enderle afirmou que o movimento da empresa chinesa para entrar no mercado de PCs para consumidores finais no ano que vem será provavelmente mais crucial para o crescimento da companhia.
O Segmento formado por clientes empresariais representa cerca de 70 por cento do mercado de PCs, mas os consumidores, com a fatia restante, são o segmento que mais cresce, disse o analista.
Os novos computadores são equipados com chips da intel e estarão disponíveis em janeiro por meio dos parceiros comerciais da Lenovo e no site da empresa. Os preços do S10 começam a partir de 1.199 dólares e a série D10 tem preço mínimo de cerca de 1.739 dólares.
Fonte: Nova York (Reuters)

terça-feira, 6 de novembro de 2007

"Gillette" e "Bic"

Dois grandes concorrentes Gillette (Procter & Gamble) e Bic, investiram simultaneamente em produto e comunicação. A Gillette lança o Prestobarba3 e a Bic, a evolução do Comfort3, ambos barbeadores descartáveis com três lâminas. Esse é o segmento que mais cresce no mercado.
A Bic lançou em 2004 a primeira versão do aparelho importado da Grécia, em seguida optou por criar uma linha de produção para o Confort3 em Manaus para abastecer o mercado, onde tem liderança com 60,7% de participação.
Mas, a Gillette vem com o lançamento mais importante da companhia este ano. O objetivo é crescer 5% em participação no mercado total de descartáveis em valor diz o diretor de marketing de Gillette, Luiz Quintero. Isso significa ter 62% em valor, com Prestobarba e vender 40 milhões de unidades do novo produto em um ano.
E a campanha publicitária todos já estão vendo na TV, com as "Divas" Juliana Paes, Fernanda Lima e Claudia Leite.
A Bic também promete uma grande campanha para Comfort3.
Fonte: Gazeta Mercantil

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Selos de Qualidade

O Banco Cruzeiro do Sul registrou um lucro de 120,4% no primeiro semestre deste ano, ante o obtido no mesmo período do ano passado.
O diretor executivo da instituição, Luiz Octávio Índio da Costa atribui o resultado ao aumento das operações de crédito e revela que 81% dos créditos são para funcionários públicos, ante 19% de operações a aposentados e pensionistas do INSS.
O banco vendeu R$ 1,8 bilhão de créditos consignados nos primeiros seis meses de 2006 e R$ 3,435 bilhões em 2007. Além do consignado, o Cruzeiro do Sul tem uma carteira de cartões de crédito e de desconto de recebíveis, a maioria para empresas prestadoras de serviços para grandes concessionárias de serviços como gás e eletricidade.
O banco continuará mantendo o foco em consignado para funcionários públicos e para a compra de Imóveis que pode acontecer ainda este ano.
A Corretora de Valores e Mercadorias do Banco Cruzeiro do Sul, vai implantar uma mesa de operações internacionais para atender clientes estrangeiros e dobrar suas instalações na capital paulista.
A instituição acaba de receber dois selos de qualidade da BM&F:
Web Broker (relativo a desempenho como corretora de negócios pela internet), o home broker Apregoa.com lançado a um ano e meio, e Retail Broker (referente operações com pessoas físicas qualificadas e empresas).
Flavio Rietmann, diretor da corretora, diz que já solicitou também o selo Execution Broker (para operações com clientes institucionais).
Os selos fazem parte de um programa de qualidade da BM&F com cinco selos. Há ainda o Agro Broker (para commodities agropecuárias) e o Carrying Broker (para quem carrega posições para outras instituições).

O volume financeiro desta semana terá um desempenho expressivo. Dependerá de nós...
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terça-feira, 9 de outubro de 2007

Autopeças

A Sabó, multinacional brasileira com duas fábricas em São Paulo, produz componentes para a indústria automobilística, inaugurou em agosto último, sua fábrica de sistema de vedação para automóveis na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Esta é a sétima fábrica no exterior. A primeira foi na Argentima em 1992, líder em vendas de retentores para montadoras.
Na Alemanha iniciou em 1993, onde possui três, são produzidos retentores para veículos e para segmento industrial.
A fábrica da Áustria funciona como filial da alemã. Já na Hungria está presente desde 2002, além de escritórios comerciais na França, Itália, Inglaterra, China e Japão.
Nos Estados Unidos, o maior mercado de automóveis do mundo, a marca Sabó está presente desde 1996, quando passou a fornecer juntas e retentores para a American Axel, fabricante de eixos, que abastece as fábricas da General Motors.
"Esse cliente foi a porta de entrada da Sabó no mercado americano", disse Luiz Freitas, gerente de marketing.
Hoje, além da exportação para GM desde outubro de 2005, para Ford os embarques começaram em 2006 e fornece também produtos para Cummins, Delphi, TRW, ZF-Sachs, ArvinMeritor e Magna.
A novidade da Sabó é a nova junta de metal-borracha, que permite suportar mudanças bruscas de temperatura. Ao todo, desenvolve 300 novos itens de componentes por ano - retentores, juntas, bombas d'água, mangueiras e selos.
Além de atender o mercado local dos EUA, o objetivo também é estar mais próximo dos centros de decisão, ter uma logística perfeita e redução de custos.
Com 65 anos de atividades no Brasil e 34 anos com grandes grupos como a Dana e a Mahle Metal Leve.



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domingo, 7 de outubro de 2007

Confab Industrial

A Confab opera atualmente com 88% da capacidade nominal instalada, de 500 mil toneladas por ano. Em 2007, aplicou cerca de R$ 50 milhões em projetos de otimização de processo e aumento da eficiência para elevar a produtividade.
A empresa atua em outros países da América do Sul, e faz também vendas eventuais para países como Estados Unidos e África. O grupo Tenaris detém 40% do total das ações da Confab. A Confab tem 30% de participação na fabricante de tubos argentina Siat.
A empresa do grupo Tenaris encerrou o primeiro semestre deste ano com pedidos em carteira equivalentes a R$ 1,9 bilhão, o valor é 188% maior do que os R$ 660 milhões da mesma época de 2006.
Este ano a Confab Industrial já tem encomendas 21% maiores do que as registradas em todo ano de 2006 grande parte desse movimento resulta da Petrobrás no segmento de óleo e gás, como o Plangás-Plano de Antecipação de Produção de Gás, o fornecimento de longo prazo para a Petrobrás anunciados na semana passada e o Gasoduto de Interligação Sudeste Nordeste (Gasene).
A movimentação deve garantir bons resultados em 2008, informou o diretor financeiro e de relação com investidores, Marcelo Héctor Barreiro.E disse também que o câmbio preocupa por reduzir as margens da companhia.
A Confab trabalha com a expectativa de que o valor do dólar no final do ano fique entre R$ 1,90 e R$ 1,95. Segundo o executivo, países como China e Índia já tentam entrar nesse segmento.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

A festa do Bis

O chocolate da Lacta(Kraft foods), foi lançado em 1942, é o mais vendido do Brasil, está completando 65 anos.
Um bom motivo para comemorar é que ele está em cima do produto mais antigo que é o Sonho de Valsa com 70 anos.
Em 2006, o consumo de "Bis" cresceu 27%, este ano foi investido mais em publicidade para deixar a marca Bis mais atual, e atingir todos os públicos mas o foco é mesmo o jovem. Em 2003 a empresa apostou na edição Bis laranja e, em 2005, foi a vez da versão morango. De janeiro a maio de 2007 as vendas cresceram 12,2%.
"Além das novidades, Bis é um chocolate muito gostoso. Por isso vende bem", diz o gerente de marketing, Mendonça.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Novas Regras para Celulares

A Agência Nacional de Telecomunicações (anatel) anunciou novas regras para os contratos de telefonia móvel para proteção dos clientes.
Ao todo a agência alterou 50 itens do regulamento do serviço móvel pessoal.
O novo regulamento vai obrigar o cumprimento de normas que já estão no Código de Defesa do Consumidor. "O melhor é que o usuário conheça o regulamento"; "É evidente que só as regras não resolvem.O que melhora o serviço é a livre concorrência", onde se prevê que com a redução do custo das operadoras, o usuário do celular poderá até ser isentado da cobrança de tarifa.

Principais Medidas - a partir de janeiro de 2008

- Será extinto o prazo de carência para troca de operadora.
- As operadoras serão obrigadas a abrir 1.798 lojas de atendimento até 2010.
- Após a rescisão de contrato a operadora tem 12 horas para enviar mensagem com
protocolo de recebimento.
- Os valores cobrados indevidamente devem ser devolvidos em dobro.
- Mensagens de publicidade somente poderão ser enviados com consentimento prévio do
usuário.
- Quem estiver em roaming internacional não precisará mais ligar o código da
operadora.
- Quem estiver em roaming no Paíz poderá ser isento da cobrança de tarifa da sede até
o local da chamada.
- É vedada a inclusão de registro de débito de usuário em sistema de proteção ao
crédito antes da recisão do contrato.
- Fica assegurada a manutenção do número do celular, quando houver mudança de plano
de serviços na mesma operadora.
- A suspenção do serviço após inadimplência passa de 30 para 45 dias.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Novos negocios

A mineira Egesa Engenharia irá diversificar sua atuação no mercado. Hoje atua em construção pesada, principalmente rodovias, e amplia seus negócios para as áreas de petróleo, álcool e construção de linhas de transmissão de energia, devido ao momento oportuno para esse tipo de investimento.




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