sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Um produto Nestlé

A multinacional suíça Nestlé, pretende aumentar 25% a capacidade produtiva na fábrica da Garoto, em Vila Velha, no Espírito Santo, o que deve gerar mais 400 empregos diretos e mais mil indiretos na cidade.
Esta ampliação reforça nossa confiança na Garoto – e também o compromisso de gerar oportunidades, de emprego e renda para a população”, disse o presidente da Nestlé Brasil, Ivan F. Zurita.
A Nestlé adquiriu a Garoto em 2002 e projeta ainda um aumento de 50% nos investimentos em marketing para fortalecer as marcas da Garoto nos próximos anos.
A Garoto tem força suficiente para atuar em outros segmentos de mercado e vamos aproveitar todo seu potencial”, como o de sorvetes da categoria impulso, os picolés e cones, afirmou Zurita.
Os sorvetes Garoto serão fabricados na fábrica da Nestlé em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Serão dez novos produtos com as principais marcas da Garoto como Serenata de Amor, Talento, Opereta e Batom.
Os fatores que levaram a empresa a apostar no mercado de sorvetes foram a sinergia entre a categoria e os chocolates e as solicitações dos consumidores.
A Nestlé é a segunda empresa do mercado de sorvetes em participação.
A Unilever, da marca Kibon, possui 52% de participação em valor, segundo dados da ACNielsen.
Com o lançamento de 23 novos produtos a divisão de sorvetes da Nestlé cresceu 30% até setembro de 2007.

Fonte: Gazeta Mercantil

Depois desse verão, vamos rumar em busca dos Coelhinhos da Páscoa e seus Ovos deliciosos da Nestlé e Garoto.




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Sherwin-Williams

A Sherwin-Willians lançou em setembro/2007 uma linha de tintas inédita que pode repelir insetos, e que responderá por parte dos 10% de crescimento do faturamento da empresa.
A meta da empresa é saltar de 14% para algo próximo de 20%. A companhia é a terceira em tintas no País.
A empresa lançou um produto similar no Chile, há cerca de dois anos, e agora lança no Brasil a tinta com matérias-primas naturais com valor até 10% superior aos dos produtos, informou o vice-presidente da sherwin-Williams no Brasil, Mak Pitt.
Foram utilizadas novas tecnologias para desenvolver a tinta repelente com alto grau de eficiência, onde a empresa espera grande impacto no mercado com o produto, pois representa uma nova estratégia da empresa que agrega valor no visual do produto e também pela segurança que proporciona ao comprador.

Dentro do franco crescimento do mercado imobiliário que vive o País, o foco e a decisão do consumidor está hoje voltada também para a proteção que a tinta oferece. Por isso lançamos esta que é a primeira de uma linha de tintas especiais no Brasil”, disse o executivo.
O novo produto será apresentado aos clientes também nas cores características de quarto de crianças (rosa e azul para bebê), que será um dos focos da empresa.
A Sherwin-Williams é líder em tintas nos Estados Unidos e no Brasil concorre com Basf e Akzo Nobel.
Para o gerente de marketing da empresa, David Ivy, outros lançamentos com características similares devem pôr a empresa na dianteira em inovações.

Fonte: Gazeta Mercantil



50 Anos da Kombi

Com uma história de sucesso a Kombi completou 50 anos em 2007, foi exportada nestas cinco décadas para mais de 100 países.
A Kombi preservou os atributos de primeiro mono-volume do Brasil, atendendo frotistas de médio e grande porte, pequenos empresários e compradores particulares, órgãos governamentais, correios, transporte escolar, lotação entre outros.
De acordo com a Volkswagen, a Kombi vende em média duas mil unidades por mês. O Marketing da montadora tem pouco trabalho com ela. Raramente, a Kombi está no estande das 550 concessionárias da marca. A montadora não precisa gastar em mudanças visuais a cada três anos (prazo médio para reestilização) e tampouco com campanhas de mídia.
Qual o segredo da Kombi, um carro projetado pelo holandês Bem Pon da década de 40 do século passado? “É o melhor custo benefício da categoria”, afirma o gerente-executivo de Marketing da Volkswagen, Marcelo Olival.
O veículo é o único da categoria que transporta o quanto pesa: uma tonelada, e o mais importante é que satisfaz as necessidades dos consumidores.
Olival destaca ainda, como atributos, a durabilidade, facilidade de manutenção e economia de consumo e o preço na hora da compra. “Ao comprar a Kombi, este consumidor não deseja apenas um veículo, e sim iniciar ou ampliar seu negócio”.
Segundo a Volkswagen, a Kombi mantém a liderança, com 53% das vendas na categoria e responde por 7,2% do segmento de veículos comerciais leves.
Desde o dia 2 de setembro de 1957, saíram da linha de produção na fábrica da Anchieta em São Bernardo do Campo (ABC) 1.427.993 unidades. O mercado interno absorveu 1.290.726 unidades até julho de 2007. Neste período, foram exportadas 182 mil unidades. Os principais mercados foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai.
A Kombi foi lançada em meio às obras da fábrica, que seria inaugurada só dois anos depois, com índice de nacionalização de 50%, e tinha motor de 1.200 cc.
Quatro anos após o seu lançamento, chegou ao mercado o modelo seis portas, nas versões luxo e estândar, com índice de nacionalização de 95%.
A versão picape surge em 1967, já com motor de 1.500 cc. O motor diesel 1.6, a água, surgiu em 1981. No ano seguinte surge o modelo a álcool. As versões a diesel e cabinas duplas deixam de ser produzidas em 1985. No final de 2005, a Kombi passou a ser equipada com motor 1.4 flex.
Atualmente, a Kombi é produzida em um turno na fábrica da Anchieta. São 320 empregados na linha. A Volkswagen produz 90 unidades diariamente.
Para Olival, sempre haverá interessados no custo-benefício da Kombi.

Fonte: Gazeta Mercantil







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