O novo Mille Economy traz modificações na suspensão, pneus, escapamento e motor, o Economy flex 1.0 promete uma economia de 10% na cidade e até 25% na estrada em relação ao modelo anterior.
De acordo com levantamento próprio da montadora, o mercado de carros de até R$ 27 mil cresceu mais de 50% no primeiro semestre, muito acima dos 28% da média do mercado no período.
“O Mille está inserido numa faixa que é o primeiro carro zero de uma família, oferecendo maior economia, vai de encontro com as necessidades e possibilidades do consumidor”, afirma o presidente da Fiat, Cledorvino Belini.
Apresentado nas versões Fire Economy e a Way Economy, disponíveis em 2 e 4 portas, os preços variam de R$
Os técnicos da Fiat afirmam que o Mille agora é capaz de fazer
Belini afirmou que a sua administração se baseia em um conjunto de resultados que incluem a satisfação dos clientes, fornecedores, funcionários, revendedores, comunidade e rentabilidade, entre outros.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
O novo Mille
Ultraportáteis
A busca pela mobilidade fez com que empresas e usuários domésticos despertassem para o uso do portátil.
A partir desse ano houve um boom de vendas, por uma série de fatores, de isenção de impostos a novas ofertas de financiamento, desvalorização do dólar frente ao real e o avanço tecnológico.
Os notebooks responderam por 19% do total de PCs vendidos em 2007, para este ano a projeção é de 33% até dezembro.
Estão surgindo os mininotebooks ultraportáteis, máquinas que seguem a mesma tendência oferecendo ao mercado exatamente aquilo que este precisa, alguns apostam em máquinas de baixo custo e outros em modelos mais sofisticados em termos de design.
Esta tecnologia tem como intuito principal facilitar os processos cotidianos das corporações e dos indivíduos, e o mininotebook é apenas uma destas ferramentas.
História de progresso
Para a fabricação destes motores, a empresa comprava os componentes (sistemas de ignição) da Magnetos Videma, empresa que tinha sua unidade industrial instalada em Joinville (SC).
Com a estratégia de ampliar os seus negócios no mercado brasileiro, em 1975, o Grupo Caetano Branco decidiu comprar a Magnetos e, em 1982, começou a desenvolver projetos para as montadoras de motocicletas. Em
Em 1995 tomou mais uma decisão e transferiu toda a produção da Magnetron de Joinville para São José dos Pinhais (PR), onde passou a manter o controle sobre duas unidades de negócios – uma que faz peças para motocicletas e outra de motores estacionários para geração de energia.
No início de
Fonte: Gazeta Mercantil